quinta-feira, 30 de maio de 2013

Filme: smilinguido moda amarela

Este filme fala sobre a diversidade e como seria monótono se todos fossem iguais.

Ao decidirem padronizar o formigueiro de amarelo, houve a necessidade de crachás, ou seja, de rótulos. Esta muitas vezes é a única ferramenta encontrada para diferenciar um dos outros dentro de uma sociedade onde queremos todos iguais. Lembrando que ser diferente não é pensar igual, isso também é padronização. Podemos pensar diferente, concordar ou não com a postura do outro, mas sempre com respeito. 

Indico este filme para ser trabalhodo em escolas, consultórios e no lar para ensinarmos as nossas crianças o valor da diferença. Assim aquele pacientinho seu rotulado de Down, PC, DA, TDAH, dislexico etc, etc, etc vai ser recebido como igual mesmo com suas diferenças.


MUSICALIZAÇÃO INFANTIL - Primeira Igreja batista em Cobi, Vila Velha.


BANDINHA RÍTMICA:


CONJUNTO DE FLAUTA




JURAMENTO DO FONOAUDIÓLOGO

Juramento do Fonoaudiólogo


“Neste momento, ao assumir a profissão de Fonoaudiólogo, obrigo-me solenemente a dedicar meu trabalho à Humanidade, utilizando o domínio desta ciência em todas as suas formas de expressão, prevenindo, orientando e tratando todos aqueles que o necessitarem.
Respeitarei os segredos que me forem confiados. Manterei, por todos os meios ao meu alcance, a honra da minha profissão.
Não permitirei que considerações de ordem religiosa, de nacionalidade, de raça, de ordem política ou de padrões sociais se interponham entre o meu dever e o meu semelhante e não usarei meus conhecimentos contra as leis humanas.
Faço tais promessas solenemente, livremente sob minha palavra de honra.”
Adaptação da Declaração de Genebra - 1948

CÓDIGO DE ÉTICA DA FONOAUDIOLOGIA

Conselho Federal de Fonoaudiologia
www.fonoaudiologia.org.br

CÓDIGO DE ÉTICA DA FONOAUDIOLOGIA
( O Código de Ética foi aprovado pelo Resolução CFFa nº 305/2004 )

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
 Art. 1
o
 O presente Código de Ética regulamenta os direitos e deveres dos
inscritos nos Conselhos de Fonoaudiologia, segundo suas atribuições específicas.
 § 1
o
 - Compete ao Conselho Federal de Fonoaudiologia zelar pela observância dos
princípios deste código, funcionar como Conselho Superior de Ética Profissional, além
de firmar jurisprudência e atuar nos casos omissos.
 § 2
o
 - Compete aos Conselhos Regionais, nas áreas de suas respectivas
jurisdições, zelar pela observância dos princípios e diretrizes deste código e funcionar
como órgão julgador de primeira instância.
 § 3
o
 - A fim de garantir a execução deste Código de Ética, cabe aos inscritos e aos
interessados comunicar aos Conselhos Regionais de Fonoaudiologia, com clareza e
embasamento, fatos que caracterizem a inobservância do presente código e das
normas que regulamentam o exercício da Fonoaudiologia.
Art. 2o
 Os infratores do presente código sujeitar-se-ão às penas disciplinares
previstas em lei.

CAPÍTULO II
DOS PRINCÍPIOS GERAIS

Art. 3o
 A Fonoaudiologia é a profissão regulamentada pela Lei no
 6.965, de 9 de
dezembro de 1981, e pelo Decreto no
 87.218, de 31 de maio de 1982.
Art. 4o Constituem princípios éticos da Fonoaudiologia:
I - o exercício da atividade em benefício do ser humano e da coletividade,
mantendo comportamento digno sem discriminação de qualquer natureza;
II - a atualização científica e técnica necessária ao pleno desempenho da
atividade;
III - a propugnação da harmonia da classe.

CAPÍTULO III
DOS DIREITOS GERAIS

Art. 5o
 Constituem direitos gerais dos inscritos, nos limites de sua competência e
atribuições:
I - exercício da atividade sem ser discriminado;
II - exercício da atividade com ampla autonomia e liberdade de convicção;
III - avaliação, solicitação, elaboração e realização de exame, diagnóstico,
tratamento e pesquisa, emissão de parecer, laudo e/ou relatório, docência,
responsabilidade técnica, assessoramento, consultoria, coordenação, administração,
orientação, realização de perícia e demais procedimentos necessários ao exercício
pleno da atividade;
IV - liberdade na realização de estudos e pesquisas, resguardados os direitos dos
indivíduos ou grupos envolvidos em seus trabalhos;
V - liberdade de opinião e de manifestação de movimentos que visem a defesa da
classe;
VI – requisição de desagravo junto ao Conselho Regional de Fonoaudiologia da
sua jurisdição, quando atingido no exercício da atividade profissional;
VII – consulta ao Conselho de Fonoaudiologia de sua jurisdição quando houver
dúvidas a respeito da observância e aplicação deste Código, ou em casos omissos.

CAPÍTULO IV
DAS RESPONSABILIDADES GERAIS

Art. 6o
São deveres gerais dos inscritos:
I - observar e cumprir a Lei no
 6.965/81, o Decreto no
 87.218/82, este Código de
Ética, bem como as determinações e normas emanadas dos Conselhos Federal e
Regionais de Fonoaudiologia;
II - exercer a atividade de forma plena, utilizando os conhecimentos e recursos
necessários, para promover o bem-estar do cliente e da coletividade;
III - recusar-se a exercer a profissão quando as condições de trabalho não forem
dignas, seguras e salubres;
IV - apontar falhas nos regulamentos e normas de instituições quando as julgar
incompatíveis com exercício da atividade ou prejudiciais ao cliente, devendo dirigir-se,
nesses casos, aos órgãos competentes;
V - assumir responsabilidades pelos atos praticados;
VI - resguardar a privacidade do cliente;
VII - utilizar seu nome e número de registro no Conselho Regional no qual estiver
inscrito, em qualquer procedimento fonoaudiológico, acompanhado de rubrica ou
assinatura;
VIII - colaborar, sempre que possível, em campanhas que visem o bem-estar da
coletividade;
IX - tratar com urbanidade e respeito os representantes dos órgãos
representativos de classe, quando no exercício de suas atribuições, facilitando o seu
desempenho.
Art. 7o
 Consiste em infração ética:
I - utilizar títulos acadêmicos que não possua ou de especialidades para as quais
não esteja habilitado;
II - permitir que pessoas não habilitadas realizem práticas fonoaudiológicas ou
valer-se dessas para substituir-se em sua atividade;
III - adulterar resultados ou fazer declarações falsas sobre quaisquer situações ou
circunstâncias da prática fonoaudiológica;
IV - agenciar, aliciar ou desviar, por qualquer meio, cliente para si ou para
terceiros;
V - receber ou exigir remuneração, comissão ou vantagem por serviços
fonoaudiológicos que não tenha efetivamente prestado;
VI - assinar qualquer procedimento fonoaudiológico realizado por terceiros, ou
solicitar que outros profissionais assinem seus procedimentos.

CAPÍTULO V
DO RELACIONAMENTO

Seção I
Das Responsabilidades do Fonoaudiólogo para com o Cliente
Art. 8o
 Define-se como cliente a pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza
serviços de Fonoaudiologia.
Art. 9o
O fonoaudiólogo deve:
I - respeitar o cliente e não permitir que este seja desrespeitado;
II - informar ao cliente sua qualificação, responsabilidades e funções, bem como
dos demais membros da equipe, quando se fizer necessário;
III - orientar adequadamente acerca dos propósitos, riscos, custos e alternativas
de tratamento, bem como das implicações de tratamentos fonoaudiológicos
equivalentes, praticados simultaneamente;
IV - esclarecer o cliente, apropriadamente, sobre os riscos, as influências sociais e
ambientais dos transtornos fonoaudiológicos e sobre a evolução do quadro clínico, bem
como sobre os prejuízos de uma possível interrupção do tratamento fonoaudiológico,
ficando o fonoaudiólogo isento de qualquer responsabilidade, caso o cliente
mantenha-se neste propósito;
V - elaborar, fornecer relatório, resultado de exame, parecer e laudo
fonoaudiológico, quando solicitado;
VI - permitir o acesso do responsável ou representante legal durante avaliação e
tratamento, salvo quando sua presença comprometer a eficácia do atendimento;
VII - permitir o acesso do cliente ao prontuário, relatório, exame, laudo ou parecer
elaborados pelo fonoaudiólogo, recebendo explicação necessária à sua compreensão,
mesmo quando o serviço for contratado por terceiros.
Art. 10. Consiste em infração ética:
I - abandonar o cliente, salvo por motivo justificável;
II - executar ou propor tratamento desnecessário ou para o qual o fonoaudiólogo
não esteja capacitado;
III - exagerar ou minimizar o quadro diagnóstico ou prognóstico, complicar a
terapêutica ou exceder-se em número de consultas ou em quaisquer outros
procedimentos fonoaudiológicos;
IV - iniciar tratamento de incapazes, sem autorização de seus representantes
legais;
V - utilizar técnicas ou materiais no tratamento que não tenham eficácia
comprovada;
VI - garantir resultados de tratamentos através de métodos infalíveis,
sensacionalistas ou de conteúdo inverídico; VII - emitir parecer, laudo ou relatório que não correspondam à veracidade dos
fatos ou dos quais não tenha participado;
VIII - obter qualquer vantagem indevida de seus clientes;
IX - usar a profissão para corromper, lesar ou alterar a personalidade e/ou a
integridade física e/ou psíquica dos clientes ou ser conivente com esta prática.
Seção II
Dos Profissionais
Art. 11. O fonoaudiólogo deve:
I - Atendendo cliente simultaneamente com outro fonoaudiólogo, atuar em comum
acordo;
II - recorrer a outros profissionais, sempre que for necessário.
Art. 12. Consiste em infração ética:
I - praticar ou permitir que se pratique concorrência desleal;
II - ser cúmplice, sob qualquer forma, de pessoas que exerçam ilegalmente a
profissão ou cometam infrações éticas;
 III - emitir opinião depreciativa técnico-científica sobre outro profissional;
 IV - obter ou exigir vantagens indevidas de colegas nas relações profissionais;
V - deixar de reencaminhar ao profissional responsável o cliente que lhe foi enviado
para procedimento específico ou por substituição temporária, salvo por solicitação do
cliente ou na iminência de prejuízo deste, devendo o fato ser obrigatoriamente
comunicado ao colega;
VI - utilizar-se de sua posição hierárquica para impedir, prejudicar ou dificultar que
seus subordinados realizem seus trabalhos ou atuem dentro dos princípios éticos;
VII - alterar conduta fonoaudiológica determinada por outro fonoaudiólogo, mesmo
quando investido de função de chefia ou de auditoria, salvo em situação de indiscutível
prejuízo para o cliente, devendo comunicar imediatamente o fato ao fonoaudiólogo
responsável;
VIII - negar, injustificadamente, colaboração técnica ou serviços profissionais a
colega.

CAPÍTULO VI
DO SIGILO PROFISSIONAL

Art. 13. O fonoaudiólogo deve:
I - manter sigilo sobre fatos de que tenha conhecimento em decorrência de sua
atuação com o cliente, exceto por justo motivo;
II - guardar sigilo sobre as informações de outros profissionais também
comprometidos com o caso;
III - ao elaborar prontuário de seus clientes conservá-lo em arquivo próprio,
evitando o acesso de pessoas estranhas a ele;
IV - orientar seus colaboradores e alunos quanto ao sigilo profissional.
§ 1o
 - Compreende-se como justo motivo, principalmente:
a) situações em que o seu silêncio ponha em risco a integridade do profissional,
do cliente e da comunidade;
b) cumprimento de determinação judicial.
§ 2o
 - Não constitui quebra de sigilo profissional a exposição do tratamento
empreendido perante o Poder Judiciário, nas ações que visem à cobrança de
honorários profissionais.

CAPÍTULO VII
DA REMUNERAÇÃO PROFISSIONAL

Art. 14. Na fixação dos honorários profissionais, podem ser considerados:
I - a condição socioeconômica do cliente e da comunidade;
II - a titulação do profissional;
III - os valores usualmente praticados pela categoria;
IV - o tempo utilizado na prestação do serviço;
V - o caráter de permanência, temporariedade ou eventualidade do tratamento;
VI - o custo operacional.
Parágrafo único: É direito do fonoaudiólogo apresentar seus honorários,
separadamente, quando no atendimento ao cliente participarem outros profissionais.
Art. 15. Consiste em infração ética:
I - oferecer ou prestar serviços fonoaudiológicos gratuitos a entidade pública de
qualquer natureza ou a empresas, e participar gratuitamente de projetos e outros
empreendimentos que visem lucro;
II - receber ou dar gratificação por encaminhamento de cliente;
III - receber ou cobrar de cliente atendido por convênio ou contrato, valor adicional
por serviço já remunerado.

CAPÍTULO VIII
DA FORMAÇÃO ACADÊMICA, DA PESQUISA E DA PUBLICAÇÃO

Art. 16. Na formação acadêmica, pesquisa e publicação, o fonoaudiólogo deve:
I - observar os preceitos deste Código e difundi-los;
II - dar cunho estritamente impessoal às críticas ou discordâncias de teorias e
técnicas de outros profissionais, não visando o autor, e sim o tema ou a matéria;
III - quando da utilização de dados ou imagens que possam identificar o cliente,
obter deste ou de seu representante legal, consentimento livre e esclarecido;
IV - responsabilizar-se por serviços fonoaudiológicos, produções acadêmicas e
científicas executados pelos alunos sob sua supervisão.
Art. 17. Consiste em infração ética:
I - falsear dados ou deturpar sua interpretação;
II - divulgar ou utilizar técnicas ou materiais que não tenham eficácia comprovada;
III - servir-se de sua posição hierárquica para impedir ou dificultar que o colega
utilize as instalações e demais recursos das instituições ou setores sob sua direção, no
desenvolvimento de pesquisa, salvo estrito cumprimento do dever legal;
IV - aproveitar-se de posição hierárquica para fazer constar seu nome na coautoria de obra científica da qual não tenha participado;
V - apresentar como sua, no todo ou em parte, obra científica de outrem, ainda
que não publicada;
VI - utilizar-se, sem referência ao autor ou sem sua autorização expressa, de
dados, informações ou opiniões coletadas em partes já publicadas ou não;
VII - utilizar-se da influência do cargo para aliciamento ou encaminhamento de
clientes para clínica particular;
VIII - desatender às normas do órgão competente e à legislação sobre pesquisa.

CAPÍTULO IX
DA MÍDIA
Seção I
Dos Veículos de Comunicação

Art. 18. Ao promover publicamente os seus serviços, o fonoaudiólogo deve fazê-
lo com exatidão e dignidade, observando os preceitos deste Código, bem como as
normas dos Conselhos Federal e Regionais e Federal.
Art. 19. A utilização da Internet para fins profissionais deve seguir os preceitos
deste Código e demais normatizações pertinentes.
Seção II
 Da Propaganda e da Publicidade
Art. 20. Nos anúncios, placas e impressos devem constar o nome do profissional,
da profissão e o número de inscrição no Conselho Regional, podendo ainda constar:
I - as especialidades para as quais o fonoaudiólogo esteja habilitado;
II - os títulos de formação acadêmica;
III - o endereço, telefone, endereço eletrônico, horário de trabalho, convênios e
credenciamentos;
IV - instalações, equipamentos e métodos de tratamento;
V - logomarca, logotipo ou heráldicos relacionados à Fonoaudiologia.
Art. 21. Consiste em infração ética:
I - anunciar preços e modalidade de pagamento em publicações abertas, exceto
na divulgação de cursos, palestras, seminários e afins;
II - consultar, diagnosticar ou prescrever tratamento por quaisquer meios de
comunicação de massa;
III - induzir a opinião pública a acreditar que exista reserva de atuação clínica para
determinados procedimentos.
Seção III
Da Entrevista
Art. 22. O profissional inscrito pode utilizar-se de veículos de comunicação para
conceder entrevistas ou divulgar palestras públicas sobre assuntos fonoaudiológicos,
de interesse social e com finalidade educativa.

CAPÍTULO X
DA OBSERVÂNCIA, APLICAÇÃO E CUMPRIMENTO DO CÓDIGO DE ÉTICA

Art. 23. Cabe ao Conselho de Fonoaudiologia competente, onde está inscrito o
fonoaudiólogo, a apuração das faltas que cometer contra este Código e aplicação das
penalidades previstas na legislação em vigor.
Parágrafo único: Comete grave infração o fonoaudiólogo que deixar de atender às
solicitações, notificações, intimações ou convocações dos Conselhos Federal e
Regionais de Fonoaudiologia.
Art. 24. Os preceitos deste Código são de observância obrigatória e sua violação
sujeitará o infrator e quem, de qualquer modo, com ele concorrer para a infração, às
penas previstas na Lei 6.965/ 81.
Art. 25. Os fonoaudiólogos estrangeiros, quando atuarem em território nacional,
obrigam-se ao cumprimento das normas e preceitos deste Código.

CAPÍTULO XI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 26. As dúvidas na observância deste Código e os casos omissos,
encaminhados pelos Conselhos Regionais, serão apreciados e julgados pelo Conselho
Federal de Fonoaudiologia.
Art. 27. Este Código poderá ser alterado pelo Conselho Federal de
Fonoaudiologia, por iniciativa própria ou mediante proposta dos Conselhos Regionais.
Art. 28. Este Código entra em vigor na data de sua publicação, revogadas todas
as disposições em contrário.
Brasília, 06 de março de 2004
Maria Thereza Mendonça C. de Rezende
Presidente

quarta-feira, 29 de maio de 2013

sexta-feira, 24 de maio de 2013

TDAH - sintomas


O transtorno neurobiológico conhecido como TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) tem causas genéticas, aparece na infância e geralmente acompanha o  indivíduo ao longo de sua vida.

Abaixo estão listados 8 dos sintomas que caracterizam esse transtorno.

Observe se seu filho ou até mesmo você possuem essas características. Porém lembre-se: o diagnóstico deve ser realizado através da avaliação de uma equipe multidisciplinar composta por (psicólogos, pedagogos,  fonoaudiólogos, psiquiatras, neurologistas etc.)

*Clique na imagem para ampliar.










Fonte das imagens: http://veja.abril.com.br

sexta-feira, 17 de maio de 2013

DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR EM MÚSICOS


          

A música pode ser uma atividade causadora de danos ocupacionais. Podemos observar problemas auditivos, músculo-esqueléticos, de prega vocal entre outros. Dentre estes problemas vamos destacar o DTM (distúrbio temporomandibular).

A articulação da mandíbula com o crânio é chamada de articulação temporomandibular (ATM). O seu distúrbio (DTM)  pode causar: contrações musculares; desconforto ao morder e/ou mastigar; capacidade reduzida de abertura e fechamento da boca; estalos ao abrir e fechar a boca; dores de ouvido, cabeça e mandíbula.

Uma pesquisa 1 realizada com músicos mostrou que profissionais de determinados instrumentos tais como: violino e viola, podem apresentar DTM. Uma das causa pode ser a forma como eles são posicionados ao serem executados: entre o ombro esquerdo e a borda inferior da mandíbula com dentes, muitas vezes, mantidos em oclusão para estabilizar a mandíbula e impedir sua deflexão para a direita.

Outros músicos que podem apresentar DTM são os de instrumentos de sopro, pois estes precisam projetar muito a mandíbula o que poderia explicar a presença do distúrbio.

Mediante este resultado, o artigo ressalta a importância do fonoaudiólogo, ao receber um paciente músico para atendimento clínico com sintomas de DTM, de estar atento a realização de entrevista  inicial que investigue a ação do respectivo instrumento musical sobre o sistema estomatognático.


Sabrina Pianca
Fonoaudióloga
 (CRFa 6 8904)



Referência Bibliográfica:
1- NETO, J. Stechman; MARQUES, Jair Mendes; et alOcorrência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em músicos. Revista Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, São Paulo, v.14, n.3. 2009.




quarta-feira, 15 de maio de 2013

CLARITA (documentário sobre o mal de Alzheimer)



"Narrado na primeira pessoa, e baseado na história da mãe da diretora, portadora da Doença de Alzheimer, o documentário apresenta reflexões e questionamentos sobre o sentido da vida e a convivência com a morte. O documentário alterna imagens filmadas com sua mãe e reconstituições feitas com a atriz Laura Cardoso. "

Assim está a descrição deste vídeo lindo, cru e poético.

Recomendo à terapeutas para que entendamos um pouco do impacto desta doença degenerativa fora dos nossos consultórios e a familiares para que não se sintam tão sós.

Além disso, vamos nos deliciar com a genial atuação de Laura Cardoso.




sábado, 11 de maio de 2013

A VOZ MATERNA


ESPECIAL PARA O DIA DAS MÃES:

Saiba que sua voz fará a diferença para sempre na vida de seu filho.
Este artigo fala sobre como o recém-nascido reconhece a voz de sua mãe e a diferencia de outras. A voz da mãe é especial em todas as etapas da vida. Podemos até crescer, casar, nos separar dela, mas quando temos alguma dificuldade, a maioria de nós liga correndo para a mãe só para escutar uma palavra doce e de paz. 
FELIZ DIA DAS MÃE!!!

"Voz materna é especial para o bebê

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Montreal, Canadá, revelou cientificamente o que o instinto materno sempre indicou: a voz da mamãe é especialmente exclusiva para o seu bebê.

Para dar mais sentido a essa afirmação, foi feito um estudo com 16 recém-nascidos com até 24 horas de vida. Eletrodos foram colocados na cabeça dos bebês enquanto dormiam e foi pedido para que as mães verbalizassem um fonema.
Foi pedido para que outras mulheres, as enfermeiras, repetissem o mesmo exercício.
O monitoramento dos sinais cerebrais dos bebês mostrou que a área cerebral ativada quando a mãe fala é a do hemisfério esquerdo, mais precisamente a área do processamento da linguagem e o circuito responsável pelas habilidades motoras.
Quando a enfermeira falou com o mesmo bebê a parte cerebral ativada foi o hemisfério direito na área do reconhecimento da voz.
Essa pesquisa indica que a mãe é a iniciadora da aquisição de linguagem da criança e que há uma ligação neurobiológica entre aquisição da linguagem pré-natal e habilidades motoras ligadas envolvidas com a fala."

quarta-feira, 8 de maio de 2013

MASTIGAÇÃO E A FONOAUDIOLOGIA


A mastigação é fundamental para o desenvolvimento adequado das estruturas orofaciais (lábios, bochecha e língua).  Sua principal função é fragmentar o alimento e prepará-lo para a deglutição e digestão.

Alguns indivíduos apresentam disfunções mastigatórias devido a hábitos deletérios tais como: morder objetos; morder os lábios, língua e/ou bochechas e roer unhas. 

Por tudo isso destacamos a importância da mastigação para a Fonoaudiologia.

Abaixo veremos uma imagem que nos trará algumas informações a respeito do tema.

*Clique na imagem para ampliar


quarta-feira, 1 de maio de 2013

30 DIREITOS DOS PACIENTES

Abaixo temos uma lista de 30 direitos dos pacientes. Cumpra seu dever, exija seus direitos.

*Clique na imagem para ampliar




   

 

Fonte: Jornal A Tribuna