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Mostrando postagens de junho, 2019

OS PROCESSOS

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Por Sabrina Pianca - fonoaudióloga Sabe aquela perguntinha básica:  " Quanto tempo vai durar o tratamento? " ou aquela: " Quando meu filho irá receber alta?   Eu costumo dizer que depende. Cito as diversas variáveis tais como:  fatores orgânicos, ambientais e emocionais, adesão do paciente e família ao tratamento... Enfim, leva tempo. Não dá para precisar quanto, mas leva.  Cada processo é único. Cada um reage de uma maneira. Isso não significa que devemos deixar para depois. Falo isso porque, esse conceito de que cada um tem o seu tempo é utilizado como pretexto para o adiamento de intervenções terapêuticas quando há atrasos no desenvolvimento da criança.  Cada um tem seu tempo, mas não perca tempo para começar a intervenção quando for necessária.  Dê  a criança a oportunidade de crescer, de se desenvolver, de passar pelas fases do desenvolvimento. sem pressa, mas sem parar. Sem ansiedade, mas com otimismo .

TÃO SIMPLES!!

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Essa semana ouvi de um familiar a seguinte frase: ----------------------------------------------------------------------------------- " Parece tão simples o que vocês ( fonos) fazem". ----------------------------------------------------------------------------------- Cada profissional tem.um jeito, né!? Eu gosto de conversar com os pais sobre o que e como fazemos durante a terapia. Falamos brevemente, mas o suficiente para que tenham a oportunidade de compreender que, quando estou passando uma atividade, não estou dando aula (não somos professores, somos terapeutas) e, quando estamos brincando, estou estimulando. Falo sobre os objetivos das atividades/brincadeiras. Mostro que não são escolhas aleatória. Isso tem feito a diferença. Tem levado a uma maior adesão. Vejo empenho dos pais não só em levar seu filho a fonoterapia, mas em querer realizar brincadeiras educativas em casa também. É lindo de ver.  Contribuímos não somente com a melhora do paciente, m

CORRELAÇÃO ENTRE A RESPIRAÇÃO ORAL E A APRENDIZAGEM

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Em nosso artigo “ A RESPIRAÇÃO ORAL E SEUS MALEFÍCIOS ” abordamos os principais prejuízos decorrentes da respiração oral que envolvem distúrbios fonoaudiológicos, ortodônticos, posturais, comportamentais e cognitivos.   Dentre esses prejuízos destacaremos agora o da aprendizagem. Alguns estudos recentes mostram a correlação entre a respiração oral e a aprendizagem principalmente nos casos que envolvem distúrbios de sono. O que podem justificar tal correlação seriam os sintomas de desatenção, agitação, cansaços, dores de cabeça e afastamento médico devido a   constantes infecções respiratórias. A informação é importantíssima para que se possa reconhecer problema e buscar o tratamento especializado tais como: otorrinolaringologista (obstrução nasal e sono); fisioterapeuta (postura); ortodontista (oclusão dental); psicólogo (comportamento);   fonoaudiólogo (reabilitação da funções orais, fala e aprendizagem). É preciso estar atentos desde a pré-escola para que, ao